É o processo de cura através das plantas medicinais.
Fito=Planta,
Terapia=Cura
Estar em harmonia com as espécies viva e não vivas do planeta deve ser uma preocupação constante do ser humano.
Difícil definir atualmente, o que é vivo ou não, pois, a ciência caminha a passos largos e esta comprovado a vida até no reino mineral, exemplo disso é o caso dos cristais de Jacques Monad.
O homem necessita da natureza, principalmente das plantas, que podem lhe propiciar vitalidade e saúde indispensáveis para manter a máquina humana.
As plantas são um suporte direto aos objetivos de estudiosos da consciência, pois, possibilitam corpo e mente saudáveis através de seus agentes defensores, nutritivos e desintoxicantes.
Tem sido empregada há milênios e seu uso é instintivo, como se observa no comportamento de animais doentes que mesmo sendo carnívoros, buscam ai a cura para seus males.
Até que o desenvolvimento da química trouxesse métodos eficazes de separação de substancias, as plantas eram utilizadas inteiras; seu uso era empírico e indiscriminado, numa espécie de alquimia.
Com o advento dos laboratórios europeus foram sendo isoladas as características curativas de inúmeras plantas; a essas substancias chamou-se principio ativo da planta.
Mais tarde, alguns princípios ativos foram sintetizados em laboratórios, tornando obsoleto o uso da planta e afastando cada vez mais o natural, em busca de medicamentos mais complexos.
Perspectiva de Desenvolvimento
Atualmente, os efeitos colaterais desses fármacos, acrescidos do seu alto custo, esta fazendo com que as pessoas se voltem de novo para os velhos recursos naturais, simples e puros.
A propia OMS (Organização Mundial de Saúde) propôs que cada pais se volte para o uso e pesquisa de sua medicina natural. No Brasil, em 1985, o Governo reconheceu a Fitoterapia e, a CEME (Central de Medicamentos) desde 1983 vem pesquisando e distribuindo medicamentos fitoterapicos, baseados na medicina popular.
Ervas que Curam
Alguns exemplos de ervas medicinais e sua utilização.
Alfazema: calmante, contra enxaqueca, anticéptico.
Alfavaca: fortificante do sistema nervoso, expectorante, sudorifico empregado contra gripes e tosse.
Arnica: uso tópico em contisões e dores musculares.
Artemisia: anemias, cólicas, debilidade do estômago, gastrite, calmante, anti-depressivo.
Boldo: fígado, estômago e vesícula preguiçosa.
Barba-de-pau: expectorante, anti-asmático.
Cavalinha: diurético, indicado nas doenças renais, remineralizante.
Confrei: cicatrizante, expectorante, consolida traturas.
Chapéu-de-couro: diurético, contra artrite, reumatismo, gota.
Dente-de-leão: depurativo, aperiente.
Espinheira Santa: cicatrizante, anti-cancerígena.
Eucalipto: antisséptico, sudorifico, expectorante.
Fel-da-terra: cólica intestinal e uterina.
Gervão: anti-gripal.
Guaraná: estimulante.
Hera Terrestre (ou erva terrestre): contra tosse e secreções das vias respiratórias.
Hortelã: calmante, anti-espasmódico.
Louro: anti-gripal, digestivo.
Nogueira: antisséptico, anti-diabético, anti-inflamatório.
Pau-de-vaca: anti-diabético.
Pitanga: febres intestinais, anti-diarréico.
Quebra-pedra: diurético, cálculos renais.
Quina Vermelha: anemias, raquitismo, fortificante.
Rosa Mosqueta: gripe.
Sucupira: gota, febres, eczemas, dermatoses (depurativa).
Sete Sangrias: pressão alta, febres, sífilis.
Taiuiá: obstrução no intestino, falta de menstruação, epilepsia.
Uva-ursi: antisséptico para bexiga e rins, bronquite crônica.
Além do uso terapêutico interno, as plantas possuem grande poder curador de uso externo. Também podem atuar como protetor áurico, afastando as influências negativas através de sua radiação ou aroma.
Quando nos banhamos com as plantas, criamos em torno de nós um campo magnético protetor invisível que nos proteje de qualquer onda energética negativa.
Algumas plantas podem ser utilizadas externamente como antisséptico corporal, curando alergias, micoses, úlceras varicosas, eczemas, psoríase e outros males expostos da pele.